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Substitua o “eu tenho” pelo “eu quero”
Quando você fala “Eu tenho que trabalhar, eu tenho que estudar, eu tenho que fazer isto ou aquilo”, parece obrigação e isto não lhe dá prazer porque como o próprio nome diz você está obrigado a fazer.
Quando você fala “eu quero”, significa que você deseja, tem vontade e faz com prazer, você aciona uma força poderosa que altera a maneira de alcançar o que deseja.
Preste atenção na afirmação: “Eu tenho que cuidar mais de mim, eu tenho que visitar minha mãe, eu tenho que me alimentar bem”.
Agora leia:
“Eu quero cuidar mais de mim porque sou importante, quero visitar minha mãe e quero me alimentar bem”.
Fica muito mais gostoso e com esta mudança você vai fazer as coisas com mais prazer e ser mais feliz.
Fonte Livro administrando você com paixão
Autor Geninho Goes
- Tags: alimentar, alimento, cuidar, desejar, desejo, feliz, mãe, mudança, obrigação, querer, trabalhar, trabalho, vida

Os sete Pecados capitais na vida profissional
Conheça os equívocos mais cometidos por quem está no mercado de trabalho e aprenda a evitá-los
Novato ou experiente, homem ou mulher, jovem ou idoso. Quem trabalha está sujeito a cometer um deslize ao longo da vida profissional. Às vezes, a falha não causa grandes estragos, mas pode provocar sequelas em uma carreira bem-sucedida.
Para que você não corra nenhum risco, o ZAP listou os sete pecados capitais de um profissional. Veja quais são.
1.FALTA DE CORAGEM
Depois de muitos anos na mesma empresa ou função, o trabalhador percebe que não está feliz com sua carreira. No entanto, ao invés de mudar a trajetória, ele continua onde está, pois tem medo de se aventurar em algo novo. Pensar que é muito tarde para dar início a uma carreira diferente ou não ter coragem para exercer outras atividades certamente é um erro a ser evitado. “O profissional pode mudar, mas isso tem que acontecer de forma planejada”, explica Maria Lúcia, coach do Instituto EcoSocial. “Novas experiências enriquecem muito, além de fazer parte do crescimento na carreira.”
2.PASSIVIDADE
Quando o profissional não comanda sua carreira e deixa os outros tomarem decisões no seu lugar está adotando uma postura passiva. Esse comportamento definitivamente deve ser evitado, afinal a pessoa só vai ter conquistas no seu trabalho se tomar as rédeas da sua carreira e traçar metas. Sobre este último item Gláucia Santos, consultora de RH da Catho, diz que o indivíduo deve ter objetivos a curto, médio e longo prazo para não ficar estagnado. “Se o profissional quer ser gerente, é bom fazer cursos de especialização e tentar trabalhar em uma empresa maior, por exemplo. Essas seriam as metas a curto e médio prazo para alcançar o objetivo maior, a gerência.”
3.FALTA DE AUTOCONHECIMENTO
Para tomar decisões em relação ao rumo da carreira e até mesmo se aventurar em novas atividades, o profissional deve se conhecer bem. Um erro comumente cometido é não investir tempo na autoanálise. Pode parecer irrelevante, mas procurar aumentar o nível de conhecimento sobre si mesmo é, sim, importante para uma vida profissional bem estruturada. “O trabalhador tem que buscar saber quais são seus pontos fortes e seus pontos fracos, e isso só acontece após uma autoanálise cuidadosa”, afirma Maria Lúcia.
4.ARROGÂNCIA
Após anos de experiência, alguns profissionais cometem o erro de pensar que são insubstituíveis. Segundo Gláucia, essas pessoas acham que, por estarem há um bom tempo em determinada empresa, não precisam aprender mais nada e que seu emprego está garantido para sempre. Mas não é bem assim. “Para a pessoa se manter dentro da organização, precisa demonstrar disposição em aprender e estar sempre se atualizando”, conta Gláucia. Maria Lúcia completa o raciocínio: “a atualização pode ter vários formatos, não só a do curso. Participar de projetos diferentes dentro da companhia pode ser um grande aprendizado”.
5.FALTA DE ÉTICA
De acordo com o coach e headhunter Augusto Carneiro, um dos “pecados” que prejudicam o profissional em qualquer empresa é a falta de ética. Fazer fofoca, causar intrigas, falar mal dos outros, puxar o tapete, mentir e outros comportamentos como esses nunca irão dar bons frutos. Ao contrário. São autodestrutivos e, cedo ou tarde, acabam se voltando contra a própria pessoa.
6.IMPRODUTIVIDADE
Como os empregadores estão em busca de pessoas proativas, não entregar resultados para a empresa é, sem dúvida alguma, um grande erro. Cumprir com as atividades de sua responsabilidade é uma obrigação do contratado, mas é possível ir além disso e oferecer mais do que o esperado. “Quando o profissional faz mais que seus deveres e desempenha outras tarefas, acaba, aos poucos, ganhando espaço e importância dentro do local de trabalho”, diz Gláucia. A consultora de RH ainda explica que é benéfico divulgar os resultados de sua produção. “Não adianta ir além de suas obrigações se não deixar isso visível para a empresa.”
7.FALTA DE COMPROMISSO
Se não entregar resultados é uma grande falha, deixar de cumprir prazos é outra maior ainda. Aqueles que se comprometem a entregar um determinado serviço e não cumprem o deadline acabam destruindo a própria reputação. Por isso, Carneiro dá o seguinte conselho: “Antes de responder quando ou se é possível realizar o que seu chefe requisitou, pare e pense a respeito. Não diga algo para agradá-lo se você sabe que não conseguirá fazer o que prometeu”. Segundo o headhunter, “uma pessoa que habitualmente falha com os compromissos que assume tem os dias contados”.
Agradecimentos a Revista ZAP
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“Aqui estão alguns conselhos que Bill Gates ditou em uma conferência numa escola secundaria sobre 11 coisas que estudantes não aprenderiam na escola.
Bill Gates falou sobre como a “política educacional de vida fácil para as crianças”, tem criado uma geração sem conceito de realidade e como esta política tem levado as pessoas a falharem em suas vidas posteriores à escola. Todos esperavam que ele fosse fazer um discurso de uma hora, ou mais Gates foi muito conciso, falou por menos de cinco minutos mas foi aplaudido por mais de dez minutos sem para. Agradeceu e foi embora em seu helicóptero a jato.
Regra 1- A vida não é facil; acostume-se com isso.
Regra 2 - O mundo não está preocupado com sua autoestima. O mundo espera que você faça alguma coisa útil por ele antes de se sentir bem com você mesmo.
Regra 3 - Você não ganhará R$20.000,00 por mês assim que sair da escola. Você não será vice-presidente de uma empresa com carro e telefone à disposição, antes que você tenha conseguido comprar seu próprio carro e telefone.
Regra 4 - Se você acha seu professor rude, espere até ter um chefe. Ele não terá pena de você.
Rgra 5 -Vender jornal velho ou trabalhar durante as férias não está abaixo da sua posição social. Seus avós tem uma palavra para isso, eles chamam de OPORTUNIDADE.
Regra 6 -Se você fracassar, não é culpa de seus pais. Então não lamente seus erros, aprenda com eles.
Regra 7 -Antes de você nascer, seus pais não eram tão críticos como agora, eles só ficaram assim por pagar as suas contas, lavar suas roupas e ouvir você dizer que eles são “rídiculos”. Então, antes de salvar o planeta para a próxima geração querendo consertar os erros da geração dos seus pais, tente limpar seu próprio quarto.
Regra 8 - Sua escola pode ter eliminado a distinção entre vencedores e perdedores mas a vida não é assim. Em algumas escolas você não repete mais de um ano e tem quantas chances precisar até acertar. Isto não se parece com absolutamente nada na vida real. Se pisar na bola, está despedido…, Rua !
Então faça certo da primeira vez!
Regra 9 - A vida não é dividida em semestres. Você não terá sempre os verões livres e é pouco provável que outros empregados o ajudem a cumprir suas tarefas no fim de cada período.
Rgra 10 - Televisão não é vida real. Na vida real, as pessaos tem que deixar o barzinho ou a boate e ir trabalhar.
Regra 11 - Seja legal com o CDFs (aqueles estudantes que os demais julgam que são uns babacas). Existe uma grande probabilidade de você vir a trabalhar para um deles.
*BILL GATES - Dono da maior fortuna pessoal do mundo e da microsoft, a única empresa que enfrentou e venceu a BIG BLUES (IBM) desde a sua fundação em meados de 1900 A IBM foi a empresa que construiu o primeiro cérebro eletrônico (computador) do mundo.”
Agradacimentos,
administradores.com.br
Autor: Jairo Remi Tiemann
Saiu no jornal O ESTADO de São Paulo
![[EMPREGOS - 2] EST_SUPL2/EMPREGOS/PÁGINAS<CE02> ... 29/03/09 [EMPREGOS - 2] EST_SUPL2/EMPREGOS/PÁGINAS<CE02> ... 29/03/09](http://www.blog.geninhogoes.com.br/wp-content/uploads/2009/04/emp2903b2.jpg)
A VANTAGEM DE SER FELIZ NO TRABALHO
Especialistas e profissionais dão dicas para tornar a carreira uma atividade de prazer e consequente sucesso.
“De acordo com o parapsicólogo Geninho Goes, essa missão envolve também uma mudança de paradigmas. “Esqueça a ideia de ‘ter que trabalhar’. Que tal substituir pela frase ‘eu quero trabalhar’? Muita gente vê o trabalho como uma prisão, algo negativo. Prova disso é a comemoração quando chega a sexta-feira”, argumenta.
Ele ressalta que a (in)felicidade é uma consequência pessoal plantada no momento da escolha da profissão. “Quais são as coisas boas que o trabalho traz para você? Pense bem nisso e nas diversas opções da carreira que o mercado oferece. Algo vai se ajustar ao seu perfil.”
O segredo da felicidade, segundo Geninho Goes, está no equilíbrio das oito saúdes: profissional, física, espiritual, social, emocional, intelectual, financeira e familiar.
“Jamais estaremos 100% completos, mas podemos desenvolver fortes pilares para segurar a nossa estrutura do ser feliz. A vida se torna melhor quando paramos, avaliamos o que de fato é importante e agimos para alcançar os objetivos”, opina.
Mais complicado do que desenvolver a motivação para ser feliz é alimentar a chama da felicidade. Mas, assim como o primeiro passo, não se trata de algo impossível. “Vibre com cada conquista alcançada, administre seus problemas e tente resolvê-los com tranquilidade. E o mais importante: deixe de fazer as tarefas somente por dinheiro. O Segredo do sucesso está em fazer aquilo que gostamos mesmo se fosse de graça, mas sabendo que no fim do mês você receberá por isso”, afirma Goes.
“Uma recente pesquisa da Universidade Metropolitana de Tóquio apontou que 80% dos executivos do Japão são insatisfeitos na vida profissional. Uma amostra de que o fator financeiro não é sinônimo de pessoas felizes”, acrescenta o parapsicólogo.”
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