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Você pode ser pobre, ter pouco ou nenhum dinheiro, porém com talentos a serem desenvolvidos. A riqueza de uma pessoa não se mede apenas pela fortuna que ela acumula. Mede-se pelos seus sentimentos, pela sua capacidade de cultivar a fé, a paz interior, pela capacidade que ela tem de demonstrar amor.
Parece fácil? Muitos pais não conseguem abraçar seus filhos e dizer o quanto eles são importantes em suas vidas.
Muita gente arrepende-se de não ter dito enquanto era possível o quanto amava alguém.
Existe alguém que você precisa dizer o quanto é importante em sua vida e que você ainda não teve coragem?
Faça já, antes que seja tarde demais.
Fonte: Livro Administrando Você com Paixão
Autor Geninho Goes
Tese de um pensador russo chamado Guerdjef, que no início do século passado já falava em autoconhecimento e na importância de se saber viver.
Dizia Guerdjef:
“Uma boa vida tem como base o sentido do que queremos para nós em cada momento e daquilo que, realmente, vale como principal”.
Assim dizendo, ele traçou 20 regras de vida que foram colocadas em destaque no Instituto Francês de Ansiedade e Stress, em Paris.
Dizem os “experts” em comportamento que quem já consegue assimilar 10 delas, com certeza aprendeu a viver com qualidade.
1) Faça pausas de dez minutos a cada duas horas de trabalho, no máximo.

2) Aprenda a dizer não, sem se sentir culpado ou achar que magoou.
Querer agradar a todos é um desgaste enorme.

3) Planeje seu dia, sim, mas deixe sempre um bom espaço para o improviso, consciente de que nem tudo depende de você.

4) Concentre-se em apenas uma tarefa de cada vez.
Por mais ágeis que sejam os seus quadros mentais, você se exaure.

5) Esqueça, de uma vez por todas, que você é imprescindível.
No trabalho, casa, no grupo habitual. Por mais que isso lhe desagrade, tudo anda sem a sua atuação, a não ser você mesmo.

6) Abra mão de ser o responsável pelo prazer de todos.
Não é você a fonte dos desejos, o eterno mestre de cerimônias.

7) Peça ajuda sempre que necessário, tendo o bom senso de pedir às pessoas certas.

8 ) Diferencie problemas reais de problemas imaginários e
elimine-os porque são pura perda de tempo e ocupam um espaço mental precioso para coisas mais importantes.

9) Tente descobrir o prazer de fatos cotidianos como dormir, comer e tomar banho, sem também achar que é o máximo a se conseguir na vida.

10) Evite se envolver na ansiedade e tensão alheias enquanto há ansiedade e tensão.
Espere um pouco e depois retome o diálogo, a ação.

11) Família não é você, está junto de você, compõe o seu mundo, mas não é a sua própria identidade.

12) Entenda que princípios e convicções fechadas podem ser um grande peso, a trave do movimento e da busca.

13) É preciso ter sempre alguém em que se possa confiar e falar abertamente ao menos num raio de cem quilômetros. Não adianta estar mais longe.

14) Saiba a hora certa de sair de cena, de retirar-se do palco, de deixar a roda.
Nunca perca o sentido da importância sutil de uma saída discreta.

15) Não queira saber se falaram mal de você e nem se atormente com esse lixo mental;
escute o que falaram bem, com reserva analítica, sem qualquer convencimento.

16) Competir no lazer, no trabalho, na vida a dois, é ótimo… para quem quer ficar esgotado e perder o melhor.

17) A rigidez é boa na pedra, não no homem.
A ele cabe firmeza, o que é muito diferente.

18) Uma hora de intenso prazer substitui com folga 3 horas de sono perdido.
O prazer recompõe mais que o sono. Logo, não perca uma oportunidade de divertir-se.

19) Não abandone suas 3 grandes e inabaláveis amigas: a intuição, a inocência e a fé!

20) E entenda de uma vez por todas, definitiva e
conclusivamente:
VOCÊ É O QUE SE FIZER SER!
Criação: Simone Pereira Rodrigues | Fotos: Corbis
A paz que vive em cada um de nós.
Sei que não sou a melhor pessoa para falar em paz. Porque as vezes eu peço: “Meu Deus me dá paz, porque se me der força eu quebro tudo”. E geralmente Ele tem me dado paz, não me lembro de ter literalmente quebrado tudo. Sobraram algumas coisas.
Existem monges, lideres espirituais, pessoas que vivem de maneira “zen” e que podem falar sobre o assunto com muito mais propriedade.
Sou uma pessoa normal assim como a maioria das que vivem neste planeta e que anseiam pela paz a cada dia.
A paz que existe em cada um de nós e é ofuscada pelos acontecimentos e fatos que nos rodeiam.
Como viver em paz sem ser um monge ou coisa parecida?
Queremos paz, precisamos viver em paz.
E para isto é preciso fazer escolhas coerentes com o que desejamos. Significa não vender a paz em troca de nada.
Sentimentos negativos, raiva, pessimismo, inimizades, inveja, brigas, não combinam com a paz.
É preciso escolher o que se quer de verdade. Se você quer paz, precisa conviver de maneira que se tenha paz. Como você está vivendo? Quais são suas atitudes? Como fala com as pessoas que ama? Como se trata? O trabalho que você escolheu traz satisfação? Você usa seus talentos? Você faz as coisas acontecerem ou lamenta o tempo todo? Tem amigos?
É natural ter inimigos na vida, somos humanos.
Nesta semana ouvi uma entrevista com Divaldo Franco, um lider espiritual que dizia que quando alguém sente raiva de você o problema não é seu e sim do outro, quando alguem sente inveja de você, o problema não é seu, e sim do outro. Agora, se você tem raiva ou inveja de alguém, o problema passa ser seu.
Quem fica na briga, acaba se machucando mais. Na maioria das vezes somos criados para enfrentar, para lutar até morrer, para não deixar o orgulho de lado, não dar o braço à torcer e acabamos nos machucando.
A sua paz pode ser roubada se você permitir e existem várias maneiras disso acontecer.
Nas relações sem harmonia, na convivência com pessoas que não o respeitam, na aceitação de viver situações que não fazem bem para sua alma, enfim, pode-se vender a paz trabalhando naquilo que não se gosta, oferecendo seu tempo em troca de dinheiro.
A paz que vive em cada um de nós, é constatemente testada pelo orgulho, dinheiro, inveja, desejo de controlar o mundo e pessoas e pela raiva. O nosso maior desafio é fazer com que a paz prevaleça à todos estes sentimentos e emoções.
Se um local não lhe oferece a paz ou se pessoas não lhe fazem bem, é simples, afaste-se. A dificuldade para que isto aconteça é que encontrarmos as desculpas, porque desta forma, ficamos próximos do que nos tira a paz, porque não fomos criados para a paz. Nos acostumamos com a tragédia de cada dia, com a raiva, com o caos.
A paz é preciso ser desejada e buscada em cada atitude. É uma questão de escolha, mesmo que para isto seja preciso abrir mão de coisas que até então julgamos ser muito importantes para nossa vida.
Enquanto escrevia este texto, fui interrompido cinco vezes, fiquei com raiva e percebi que a paz pode ser roubada até pelas pequenas coisas. Aprendi que preciso estar atento, preciso treinar para que a minha paz seja forte e só conseguirei isso com atenção e treinamento.
Construa sua paz de cada dia, em cada atitude e torne a vida mais simples e gostosa.
Eu continuo tentando.
Fique em paz!
Autor Geninho Goes
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A influência dos sentimentos na saúde
Hoje está mais que comprovado que as emoções de modo geral, potencializadas, provocam as doenças físicas, então quando se fala em prevenção, tem que se falar em consciência, disse o psicólogo Luciano Estevão, que cita livros, como “A doença como símbolo”, que são uma espécie de dicionário do corpo: a gastrite nervosa, por exemplo, está ligada ao medo e a raiva; e assim por diante, associando os órgãos e regiões do corpo aos sentimentos.
Ele acha que quanto mais cedo à pessoa perceber a importância dos pensamentos bons, de uma vida tranqüila e amorosa, mais tempo terá de saúde. A psicologia clínica trabalha no sentido de elaborar as emoções, para que a pessoa tome consciência do que sente como sente e de que pode escolher como quer viver. “Parece simples, e até é, mas não é nada fácil, precisa dessa lembrança o tempo inteiro, é um exercício, um treino”, explicou.
Luciano lamenta que as pessoas só busquem um psicólogo quando a angústia está muito potencializada. “É raro você ver alguém fazendo uma manutenção periódica ou um trabalho preventivo no campo das emoções, mas é importante, porque certamente evitará outras doenças no futuro”.
Agradecimento ao Jornal Página 3
Entrevista com Dr. Luciano Estevão

SEJA DONO DAS SUAS EMOÇÕES
Os sentimentos de raiva, tristeza, medo, frustração, decepção, incerteza fazem parte das nossas emoções e muitas vezes aparecem nos nossos relacionamentos.
Você não tem como se livrar dessas situações. O importante é que elas não tomem conta da sua vida, não se transformem num hábito.
Pessoas rancorosas e magoadas adoecem com mais facilidade. Daí a importância de você se conhecer e ser o dono das suas emoções e sentimentos. Impossível não senti-los, porém não deixe que eles acompanhem você o tempo todo.
Livre-se do passado, ele já não tem mais poder sobre você e sua vida. Hoje é um novo dia, repleto de oportunidades.
Fonte Livro Administrando você com Paixão
Autor Geninho Goes

SENTIMENTOS NEGATIVOS
Toda pessoa é uma verdadeira caixinha de surpresas. Nela vivem os sentimentos da alegria, raiva, medo e tristeza. No momento certo, na ocasião exata, estes sentimentos são colocados em prática.
Ninguém é tão calmo que possa não ficar nervoso e nem tão agitado que não possa encontrar a tranqüilidade.
Os sentimentos negativos são perigosos e nocivos à saúde pois liberam composições químicas que fazem nosso organismo partir para o ataque.
Tenha muito cuidado com eles e aprenda a lidar com suas emoções e se livrar destes sentimentos sem permitir que eles façam parte da sua rotina.
Meditação, relaxamento, respiração e uma postura consciente sobre sua responsabilidade no processo da própria felicidade farão você se livrar destes sentimentos negativos.
Fonta Livro Administrando você com Paixão
Autor Geninho Goes
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Seja dono da sua vida
Quando você era criança, sua mãe, pai, professora, irmãos, parentes podiam mandar em você.
Hoje, é preciso ser consciente de que você é a única pessoa responsável pela sua vida. Não transfira essa missão para outras pessoas.
Perceba que todas as respostas já existem dentro de você. É preciso encontrar o caminho para que elas saiam. Cada um descobre um caminho diferente.
Aprenda a lidar com seus sentimentos e procure conhecê-los.
Todos os dias acontecem verdadeiros milagres em sua vida.
Quem não percebe os milagres nas coisas simples, deixou que os problemas tomassem conta da própria vida.
Fonte do livro Administrando você com paixão
Autor Geninho Goes
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O medo de morrer
Só de pensar na possibilidade de morrer eu já quase morria. Minhas mãos transpiravam e meu coração batia forte.
É claro que a idéia de morrer incomoda um pouco, porém não me assusta tanto quanto antes , não me paralisa mais. Consegui isto buscando um pouco de paz que pode tranqüilizar até mesmo nos momentos mais difíceis da vida.
Eu não sou o único que tive muito medo de morrer. A mídia é prova disso. Tudo que está relacionado com a morte é notícia nacional. Olha a gripe suína, as tragédias, a morte de alguém famoso.
A vida não é notícia, a morte sim.
Ao mesmo tempo que tememos somos curiosos.
O que sentimos na hora de morrer? O que acontece depois?
Ninguém conseguiu provar por mais que tenha estudado sobre o assunto. Continua sendo mistério.
A quantidade de vida não depende de mim, a qualidade sim.
Ao invés de gastar o tempo pensando do que ou quando vou morrer, escolho cuidar da maneira em que vivo. Acredito ser mais interessante.
Um dia alguém me disse para não temer a morte e sim a vida mal vivida, porque a hora da morte é muito rápida se comparada com o tempo que vivemos.
Então, dedique-se a vida, começando pelas notícias que escolhe.
Por trás da divulgação da gripe suína, está a propaganda de que você poderá ser a próxima vitima. Diariamente morrem mais pessoas no trânsito, nas ruas, de ataque do coração. A gripe suína é apenas mais uma possibilidade.
Tome os cuidados necessários com sua saúde e seu bem estar.
Quando a minha hora chegar eu espero estar pronto e em paz, para encarar este momento misterioso com serenidade.
Este é um dos motivos que me faz acreditar que buscar a paz dia-a-dia é um ótimo caminho para viver e até para morrer.
Autor Geninho Goes
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Ensaio Sobre a Cegueira
O vencedor do Prêmio Nobel de literatura, José Saramago, e o aclamado diretor Fernando Meirelles (O Jardineiro Fiel, Cidade de Deus) nos trazem a comovente história sobre a humanidade em meio à epidemia de uma misteriosa cegueira. É uma investigação corajosa da natureza, tanto a boa como a má - sentimentos humanos como egoísmo, oportunismo e indiferença, mas também a capacidade de nos compadecermos, de amarmos e de perseverarmos.
O filme começa num ritmo acelerado, com um homem que perde a visão de um instante para o outro enquanto dirige de casa para o trabalho e que mergulha em uma espécie de névoa leitosa assustadora. Uma a uma, cada pessoa com quem ele encontra - sua esposa, seu médico, até mesmo o aparentemente bom samaritano que lhe oferece carona para casa terá o mesmo destino. À medida que a doença se espalha, o pânico e a paranóia contagiam a cidade. As novas vítimas da “cegueira branca” são cercadas e colocadas em quarentena num hospício caindo aos pedaços, onde qualquer semelhança com a vida cotidiana começa a desaparecer.
Dentro do hospital isolado, no entanto, há uma testemunha ocular secreta: uma mulher (JULIANNE MOORE, quatro vezes indicada ao Oscar) que não foi contagiada, mas finge estar cega para ficar ao lado de seu amado marido (MARK RUFFALO). Armada com uma coragem cada vez maior, ela será a líder de uma improvisada família de sete pessoas que sai em uma jornada, atravessando o horror e o amor, a depravação e a incerteza, com o objetivo de fugir do hospital e seguir pela cidade devastada, onde eles buscam uma esperança.
A jornada da família lança luz tanto sobre a perigosa fragilidade da sociedade como também no exasperador espírito de humanidade. O elenco conta com: Julianne Moore (Longe do Paraíso, As Horas), Mark Ruffalo (Zodíaco, Traídos Pelo Destino), Alice Braga (Eu Sou a Lenda, Cidade de Deus), Yusuke Iseya (Sukiyaki Western Django, Kakuto) Yoshino Kimura (Sukiyaki Western Django, Semishigure), Don McKellar (Monkey Warfare, Childstar), Maury Chaykin (Verdade Nua, Adorável Julia), Danny Glover (Dreamgirls - Em Busca de Um Sonho, A Cor Púrpura) e Gael García Bernal (Babel, Diários de Motocicleta, E Sua Mãe Também).
Agradecimentos ao site Ensaio Sobre a Cegueira Filme
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