- 21 set 2009
O riso é universal na espécie humana e uma das coisas mais comuns que fazemos. Nós rimos muitas vezes por dia e em situações extraordinariamente diversas, mas não percebemos isso, porque raramente controlamos conscientemente o nosso riso. O homem ri por que suas emoções são mais resistentes às transformações que sua inteligência.
O primeiro passo do fenômeno do riso é registrado quando o intelecto de um indivíduo adverte que uma idéia está fora do contexto que lhe corresponde. Entre a percepção intelectual desse fenômeno e sua capacitação emotiva transcorre um espaço de tempo. Isso ocorre pelo fato de a inteligência, localizada na camada superior do cérebro, atuar com maior rapidez que as emoções, alojadas no sistema nervoso simpático, que funciona em todo o organismo.
O descobrimento emotivo do que já havia captado a inteligência desemboca em uma situação de acumulação de tensões que faz disparar o riso.
O riso está associado não somente com o alívio de tensão induzido pelo perigo e sinalização não agressiva, mas também com a expressão de emoções positivas. Isto poderia ser a base para a expressão bem conhecida mundialmente de que “o riso é um bom remédio”.
