- 22 jun 2011

Melhor que pedir desculpas, é evitar as causas que levam ao arrependimento. Mas, muitas vezes, somos vitimas das nossas programações.
Quantas vezes você já descarregou um problema em alguém que não tinha nada com a história?
Se você parar para pensar, vai ver que se alterou sem motivos, e que a pessoa serviu como saco de pancadas.
E quando você não consegue nem mesmo enxergar isto? É o que acontece na maioria dos casos.
Seria muito melhor que fatos como estes não acontecessem em nossas vidas. Mas, acontecem.
Aconselho que quando isso ocorrer, quando você sentir que errou, não fique se culpando ou se martirizando. Compreenda-se, seja seu melhor amigo.
Depois, deixe o orgulho de lado, mas faça isto assim que admitir que errou, não deixe o tempo passar, faça o quanto antes, porque o tempo vai alimentar a mágoa na outra pessoa.
Respire fundo, crie um motivo para aproximar-se dela, olhe nos olhos, é claro, se ela conseguir encarar você, e diga que sente muito o que aconteceu e que, pensando bem, ela foi apenas uma vítima de um momento cuja culpa não era dela e que você pensou bem e achou melhor pedir-lhe desculpas pelo ocorrido.
Parece fácil? Contudo, a maioria das pessoas não faz isto.
O orgulho deixa corroer a culpa e alimenta no outro a mágoa.
Corte o mal pela raiz.
A outra pessoa pode até mesmo não conseguir olhar para você. Pode até ofendê-lo também ou ficar calada como forma de protesto. Não importa qual seja a reação.
O que importa é a sua atitude.
E pedir desculpas quando se magoa alguém, mesmo sem querer, é uma atitude que lhe livra da culpa e não deixa a mágoa habitar seu coração.
“O único homem que nunca comete erros é aquele que nunca faz coisa alguma. Não tenha medo de errar, pois aprenderá não cometer duas vezes o mesmo erro.”
Roosevelt
Fonte: Livro QUEM AMA FAZ SUCESSO - O SEGREDO DOS VERDADEIROS CAMPEÕES | 16ª EDIÇÃO
Autor: Geninho Goes
- Categorias: Saúde Emocional, Saúde Familiar, Saúde Social

Você pode ser pobre, ter pouco ou nenhum dinheiro, porém com talentos a serem desenvolvidos. A riqueza de uma pessoa não se mede apenas pela fortuna que ela acumula. Mede-se pelos seus sentimentos, pela sua capacidade de cultivar a fé, a paz interior, pela capacidade que ela tem de demonstrar amor.