• Postado por geninho

vidaNada garante que você viverá por mais um dia neste mundo. A maioria das pessoas não gosta nem de imaginar que vão morrer um dia.

A única certeza que se tem é que todos vamos morrer e que é preciso viver até que esse dia chegue.

Pode-se mudar quase tudo na vida, menos isso.

Se você conversar com alguém que já viveu bastante, vai perceber que as coisas que mais a incomodam não são aquelas que realizaram e sim aquelas que deixaram fazer e que o tempo não volta.

Nunca é tarde para começar.

Use bem o tempo que lhe resta e busque algo para se apaixonar. Pode ser um curso, uma nova profissão, um sonho, um livro o objeto da sua paixão. Faça muitos planos para preencher sua vida.

Somos mortais e o que realmente importa é sermos lembrados pelas nossas atitudes, pelas nossas descobertas, pelas coisas boas que realizamos.

Certa vez me disseram: Não tema a morte, tema a vida mal vivida.

Viva e faça acontecer!

Fonte Livro Administrando você com paixão

Autor Geninho Goes

  • 23 jun 2010
  • Postado por geninho

A viagem

“Dia desses, li um livro que comparava a vida a uma viagem de trem.

Uma comparação extremamente interessante, quando bem interpretada.

Interessante, porque nossa vida é como uma viagem de trem, cheia de embarques e desembarques, de pequenos acidentes pelo caminho, de surpresas agradáveis com alguns embarques e de tristezas com os desembarques…

Quando nascemos, ao embarcarmos nesse trem, encontramos duas pessoas que,
acreditamos que farão conosco a viagem até o fim: nossos pais.

Não é verdade.
Infelizmente, em alguma estação, eles desembarcam, deixando-nos órfãos de seus carinho, proteção, amor e afeto.

Mas isso não impede que, durante a viagem, embarquem pessoas interessantes que virão ser especiais para nós: nossos irmãos, amigos e amores.

Muitas pessoas tomam esse trem a passeio.
Outras fazem a viagem experimentando somente tristezas.
E no trem há, também, outras que passam de vagão em vagão, prontas para ajudar quem precisa.

Muitos descem e deixam saudades eternas.
Outros tantos viajam no trem de tal forma que, quando desocupam seus assentos, ninguém sequer percebe.

Curioso é considerar que alguns passageiros que nos são tão caros acomodam-se em vagões diferentes do nosso.

Isso nos obriga a fazer essa viagem separados deles. Mas isso não nos impede de, com grande dificuldade, atravessarmos nosso vagão e chegarmos até eles.
O difícil é aceitarmos que não podemos sentar ao seu lado, pois outra pessoa estará ocupando esse lugar.

Essa viagem é assim: cheia de atropelos, sonhos, fantasias, esperas, embarques e desembarques.
Sabemos que esse trem jamais volta.

Façamos essa viagem da melhor maneira possível, tentando manter um bom relacionamento com todos, procurando em cada um o que tem de melhor, lembrando sempre que, em algum momento do trajeto poderão fraquejar,
e, provavelmente, precisaremos entender isso.

Nós mesmos fraquejamos algumas vezes.
E, certamente, alguém nos entenderá.

O grande mistério é que não sabemos em qual parada desceremos.

E fico pensando: quando eu descer desse trem sentirei saudades? Sim.

Deixar meus filhos viajando sozinhos será muito triste. Separar-me dos amigos que nele fiz, do amor da minha vida, será para mim dolorido.

Mas me agarro na esperança de que, em algum momento, estarei na estação principal, e terei a emoção de vê-los chegar com sua bagagem, que não tinham quando embarcaram.

E o que me deixará feliz é saber que, de alguma forma, eu colaborei para que essa bagagem tenha crescido e se tornado valiosa.

Agora, nesse momento, o trem diminui sua velocidade para que embarquem e desembarquem pessoas.
Minha expectativa aumenta, à medida que o trem vai diminuindo sua velocidade…

Quem entrará? Quem sairá?

Eu gostaria que você pensasse no desembarque do trem, não só como a representação da morte, mas, também, como o término de uma história, de algo que duas ou mais pessoas construíram e que, por um motivo ínfimo, deixaram desmoronar.

Fico feliz em perceber que certas pessoas como nós, têm a capacidade de reconstruir para recomeçar.

Isso é sinal de garra e de luta, é saber viver, é tirar o melhor de “todos os passageiros”.

Agradeço muito por você fazer parte da minha viagem, e por mais que nossos assentos não estejam lado a lado, com certeza, o vagão é o mesmo.”

(A.D)

  • 27 jul 2009
  • Postado por geninho

paixao-pela-vidaO medo de morrer

Só de pensar na possibilidade de morrer eu já quase morria. Minhas mãos transpiravam e meu coração batia forte.

É claro que a idéia de morrer incomoda um pouco, porém não me assusta tanto quanto antes , não me paralisa mais. Consegui isto buscando um pouco de paz que pode tranqüilizar até mesmo nos momentos mais difíceis da vida.

Eu não sou o único que tive muito medo de morrer. A mídia é prova disso. Tudo que está relacionado com a morte é notícia nacional. Olha a gripe suína, as tragédias, a morte de alguém famoso.

A vida não é notícia, a morte sim.

Ao mesmo tempo que tememos somos curiosos.

O que sentimos na hora de  morrer? O que acontece depois?

Ninguém conseguiu provar por mais que tenha estudado sobre o assunto. Continua sendo mistério.

A quantidade de vida não depende de mim, a qualidade sim.

Ao invés de gastar o tempo pensando do que ou quando vou morrer, escolho cuidar da maneira em que vivo. Acredito ser mais interessante.

Um dia alguém me disse para não temer a morte e sim a vida mal vivida, porque a hora da morte é muito rápida se comparada com o tempo que vivemos.

Então, dedique-se a vida, começando pelas notícias que escolhe.

Por trás da divulgação da gripe suína, está a propaganda de que você poderá ser a próxima vitima. Diariamente morrem mais pessoas no trânsito, nas ruas, de ataque do coração. A gripe suína é apenas mais uma possibilidade.

Tome os cuidados necessários com sua saúde e seu bem estar.

Quando a minha hora chegar eu espero estar pronto e em paz, para encarar este momento misterioso com serenidade.

Este é um dos motivos que me faz acreditar que buscar a paz dia-a-dia é um ótimo caminho para viver e até para morrer.

Autor Geninho Goes