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Hoje estou pensando sobre o sentido que a vida tem e chego a conclusão que ela não faz o menor sentido.
Somos mais de 6 bilhões e meio de habitantes. Todos com vidas dististas, objetivos que não se cruzam, propósitos diferentes. Não existe um único sentido para a vida, já que ela é diferente e ponto final. O sentido maior da vida é ser vivida.
Porque complicamos tanto? Desejamos que seja assim como se quer e não como ela é. Tentamos mudar o rumo quando ela não quer mudar.
O sentido da vida é arriscar na vida. Arriscar por um novo amor, por uma vida que possa valer à pena, arriscar no trabalho, nos sonhos de construir, arriscar no tentar de novo, no recomeçar.
Quando o medo bate a porta, paramos de arriscar e com isso deixamos de viver.
Viver já é o sentido maior que a vida pode ter, quer esteja você em casa sozinho num domingo a tarde assistindo televisão, lendo um bom livro, comendo pipoca ou trabalhando, o sentido da vida de cada um de nós acontece quando não estamos buscando sentido algum, apenas, vivendo, ou melhor, simplesmente arriscando.

Quando eu era criança ouvi dizer que alguém tinha vendido a própria alma e que em troca recebeu dinheiro.
Eu não conhecia bem esta pessoa e somente depois de adulto entendi e conheci outras pessoas que tinham cometido o mesmo erro.
Uma delas era uma influente pessoa da sociedade. Chegava em casa tarde e estressada, nunca tinha tempo para ela mesma, as pessoas entravam em contato pelo interesse comercial, ela não conseguia ter amigos de verdade, não era sincera com ela mesma e não podia mostrar quem era aos outros porque seu trabalho não permitia. Ela não chorava porque precisava ser forte, recebia desaforos no trabalho, engolia muitos sapos, tinha agenda lotada, frequentava ambientes que não desejava e precisava participar de assuntos desisteressantes com pessoas que só pensavam em poder e dinheiro.
Ela não tinha tempo livre e quando tinha ocupava com compromissos, sentia-se cansada, alimentava-se mal e aos finais de semana quando começava relaxar chegava hora de trabalhar de novo.
Perguntei o que valia a pena nesta atividade tão estressante e ela me respondeu que era o dinheiro que ganhava.
Esta pessoa vendeu sua alma ao escolher um trabalho onde não conseguia ser feliz. Tornou-se escrava da sua própria escolha.
Pense bem o quanto pode lhe custar um trabalho escolhido apenas em nome do dinheiro que se ganha.
Não é apenas a sua alma que está em jogo, é a sua vida.
Pense, mude quantas vezes forem necessárias.
É possível ser feliz no trabalho.
Sempre depende da sua coragem e das prioridades que estabelece.
Sempre é tempo de realizar novas escolhas.
Faça as suas.
Geninho Goes
Quem olha para um palestrante de motivação pensa que ele vive motivado todos os dias de sua vida.
Como se o resfriado não existisse para ele, a decepção amorosa não acontecesse, a perda não fosse real e o estresse comum da vida não o atingisse.
Qualquer escritor ou palestrante de motivação que diga a verdade assume que a vida não é apenas glamour.
Posso falar por mim que a diferença está na maneira que você encara todos os fatos da sua vida.
Por este motivo, você encontrará aqui em ” Geninho em tempo real “, a maneira que penso sobre diversas situações do dia a dia. Acredito escolher esta profissão permitiu que eu tenha uma mente treinada para voltar ao estado natural de todo Ser Humano que acredito ser o da harmonia e alegria.
Então, esteja certo que o sofrimento também faz parte da vida de quem motiva. Já a escolha de viver sofrendo é uma opção de cada um.
O que faço quando estou triste? Quando a decepção bate à minha porta? Quando sinto medo? A incerteza invade meu ser? Quando fico desanimado? Perco a esperança?
O que posso fazer para que a vida tenha graça a maior parte do tempo?
Quer saber?
Acompanhe aqui, nos textos sem cortes e correções, escritos exatamente como sou e penso.
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